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terça-feira, 29 de junho de 2010

Futebol, sentimentos & família


Ontem o Filho comentou: você precisa postar no seu blog alguma coisa sobre a Copa do Mundo.
Verdade.
Pra ser sincera, eu ainda não tinha escrito nada pelo simples motivo: não sabia o que escrever.
As minhas expectativas em relação à seleção brasileira variaram entre o "acho que vou rogar praga" e "ah, tudo bem, vou torcer". No fim apareceu um sentimento intermediário: o "não tô nem aí". Segundo dizem, é o pior sentimento: indiferença.
Eu gosto muito de futebol e era louca por Copa do Mundo, mas guardei uma grande mágoa da Copa de 2006. Fui levada a admitir que as coisas mudaram muito desde então, só que nem o novo elenco, nem o novo técnico e os novos títulos me conquistaram. Estou mesmo indiferente.
Cheguei a dormir no primeiro jogo da seleção.
Em outras partidas, a gente acaba torcendo por uma seleção ou outra, dependendo da simpatia que tem pelo país ou por seus jogadores.
Então, Filho, eu não vou vestir outra camisa, nem quero ferir o "patriotismo" das pessoas que eu gosto. Mas vou deixar a Jabulani rolar e que o campeão seja quem tiver os melhores pés para dominá-la. Que beleza!


sábado, 1 de maio de 2010

Festa do interior

Botafogo F.C. - o campeão do interior paulista, orgulho de Ribeirão!!!!!

Créditos da foto:
Bolo de aniversário feito por Anasinhana,
que virou botafoguense por amor. (Ao Marido).
Beijos, Ana, obrigada pelo bolo, que deu sorte!
E obrigada pela foto, que foi perfeita pra comemorar nossa vitória hoje.

Tricolores, vamos celebrar!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Vou esperar sentada


Campeonato Paulista tem jogos que parecem decisão, mesmo que ainda faltem muitas rodadas para o final. Bons resultados nessas partidas trazem ânimo para o time, moral para o técnico e um sorriso na cara da torcida que se prolonga por dias.
É assunto nas rodas de café do escritório, no boteco, no portão da escola na hora da saída. Na mesa do almoço. No carro.
Mas o Campeonato Paulista também tem jogos que parecem estar com o resultado definido antes do apito do árbitro. É só uma questão de checar depois os números no placar. A torcida sofre antes, durante e talvez depois do jogo - o talvez é explicado pela lei universal desta modalidade esportiva: "FUTEBOL É UMA CAIXINHA DE SURPRESAS".
Sim, eu estou falando de Botafogo X Santos hoje à noite. Depois das últimas partidas que o Santos jogou, passando como um tsunami sobre adversários fracos e outros nem tanto assim, o nosso coração tricolor está aflito.
Ontem à noite um avião pousou no Leite Lopes trazendo todo o time da Vila Belmiro, e no meio deles, o Marido. Dividido entre pedir um autógrafo para os jogadores que realmente merecem admiração e rogar uma praga tão poderosa que faria o avião cair na ilha de Lost.
Não fez nem uma coisa nem outra. Foi diplomático.
Vai passar o dia com o coração aos pulos dentro do peito, trabalhando e olhando no relógio para ver quanto tempo falta para a hora do jogo.
Eu vou tentar me tranquilizar e esperar sentada. Rogando pragas, é claro.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Família que torce unida jamais será vencida


O Botafogo vai muito bem no campeonato paulista, obrigado. E isso traz várias implicações na vida da família.
Os camarotes (como denominamos as poltronas da sala) são arrumados em dias de jogo, com direito a salgadinhos e bebidas, os torcedores vestem a camisa do time e começa a sessão gritaria. É como se estivéssemos no estádio. É como se o lateral esquerdo fosse ouvir as críticas e melhorasse o desempenho. Como se fosse possível o técnico ouvir as sugestões para fazer as substituições.O mais incrível é que parece que ele ouve.
O Marido entende de futebol e sempre dá opiniões pertinentes. O Filho está aprendendo. Eu já consigo perceber quando o time está bem ou não. (!)
Ninguém perde o noticiário esportivo, qualquer notícia do Botafogo é ouvida com um silêncio respeitoso e depois vem a chuva de comentários.
Quando vão ao estádio, eu fico. Mas procurando no PFC, sempre dou um jeitinho de acompanhar alguns momentos do jogo. E no domingo tive sorte. Em duas ocasiões que es mudei de canal, vi dois gols.
É a Família Botafoguense, "orgulho de Ribeirão"...

domingo, 7 de dezembro de 2008

6-3-3


O Filho acertou o placar. E quem marcaria o gol.
Não assistimos o jogo juntos, mas pude ver na minha alma aquela carinha sorrindo, vencedor, campeão, tricolor.
Uma grande alegria para terminar 2008.
A gente estava mesmo precisando...

domingo, 4 de maio de 2008

Ão ão ão, primeira divisão

Perdemos o jogo mas estamos na série A 1.
Marido feliz, Filho feliz, família que torce unida jamais será vencida.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Família Tricolor na A1


Acordei no dia seguinte com o Marido fardado em tricolor me trazendo café. Na mesa da sala de jantar uma camisa estendida e um bilhete comemorativo do Filho. Foi só um a um, mas estamos quase lá. Já estamos pensando em adotar um gato preto e batizá-lo de Pantera.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Vâmo subí Fogôôô...

Noite de expectativa. Eu bem que deveria encarar uma ida ao estádio.
Hoje o Fogão tenta voltar pra primeira divisão do Paulista, Marido e Filho já saíram uniformizados e eu vou ficar torcendo junto com o Gato.
ôôôôô... vâmo subí Fogô...

domingo, 13 de abril de 2008

Família Tricolor



Fiquei em casa aflita tentando saber como ia o jogo.

Nenhuma TV transmitiu, e não consigo entender a língua dos locutores de rádio.

Quando vi os gols no Jornal da noite, fiquei aliviada: minha turma estava de alma lavada.

O placar de 4 x 1 contra a Ferroviária vingou tudo que ela já tinha ganho de nós em outras ocasiões. Ganhamos bonito, foi um baile.

Vi os dois, Marido e Filho chegando: corados, meio roucos, meio molhados de chuva, com um sorriso de orelha a orelha.

"Eu tô feliz de doer" disse o Filho.

Doeu em mim também.