Para manter um costume e não ficar sonhando com coisas que eu gostaria de fazer e nunca vou conseguir, mantenho a lista dos feitos e realizações de 2011:
- Trabalhei num projeto coletivo, dei conta do recado, fiquei orgulhosa de mim e aprendi muito. Craft o ano inteiro, na turma de artesanato da Escola do Filho.
- Conheci pessoas, aprendi a ouvir, não julgar e aos poucos, não trazer problemas pra mim.
- Comemorei com sorriso aberto o segundo setênio do Filho. Que pessoa linda.
- Soube a hora de desistir de planos, mesmo que isso me causasse muito sofrimento. O que não dá para ser feito fica como está.
- Fui ao cinema sozinha quando tive vontade.
- Enfrentei a 'gangorra' emocional com bravura. Mas a tristeza ainda não descobri por onde vaza.
- Assumi meu ateísmo sem constrangimento. Liberdade.
Se o mundo acabar em 2012, eu quero estar com a Tina e com o Filho, naquela cena de Melancolia.
Até o ano que vem.
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
Visite nossa cozinha
Com todo respeito aos modernos, praticantes da 'alta gastronomia', na nossa casa tem mesmo é uma cozinha.
De onde saem costelinhas de porco, peixes, lanches de suspirar...macarrão com molhos de ervas da horta, bolos de uma simplicidade quase infantil, brigadeiros de colher. Café.
Para celebrar os dois anos de intenso movimento, uma condecoração especial, mais importante que uma estrela do guia 4 Rodas: coroa de cipó, colheres de bambu, panelinha, mini azeite, mini tabasco...e louros!
Bon Appétit!
De onde saem costelinhas de porco, peixes, lanches de suspirar...macarrão com molhos de ervas da horta, bolos de uma simplicidade quase infantil, brigadeiros de colher. Café.
Para celebrar os dois anos de intenso movimento, uma condecoração especial, mais importante que uma estrela do guia 4 Rodas: coroa de cipó, colheres de bambu, panelinha, mini azeite, mini tabasco...e louros!
Bon Appétit!
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Sweet home
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Finalizado? Nem tanto...
Tinha trabalhos iniciados, como deixá-los ali, guardados, esperando a volta às aulas?!
E assim vão saindo mais coisinhas, quem chega primeiro compra... Acho que nestas férias vou descansar trabalhando, eu tenho um bicho crafter no sangue que me impede de largar meus paninhos e minha tesoura (agora em grande estilo americano, de mola...).
Isso sim é trabalho bom.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Oitavo ano, segundo setênio, o mundo é belo.
Transcrevo as palavras de Helena Trevisan, autora do livro "Filhos felizes na escola" , uma síntese do que é na prática o oitavo ano Waldorf e porque ele será inesquecível para todos que participaram desta jornada.
QUANDO VIVER É PRECISO
"De fato, é nessa fase que o professor de classe da escola Waldorf se despede da turma que acompanhou desde o início do setênio, o que se deu aos sete anos de idade. Não será fácil para ele, como não será igualmente para os pais ao se darem conta de que é por volta dos 14 anos que os filhos conquistam definitivamente a autonomia de ir e vir.
(...)
Em se tratando de palco, quem define a peça é o professor. Conhecendo tão bem os seus alunos, com quem conviveu por longo tempo, um tema é cuidadosamente escolhido. O enredo da peça tem a ver com as particularidades daquela classe; os personagens, com aspectos que, em cada aluno precisam de retoques, antes que entrem finalmente na aventura da vida.
Nesse sentido é um presente que o professor oferece aos seus alunos, com uma sugestão sobre a meta a ser alcançada na sua vida futura. É também uma mensagem de despedida.
Afinal, uma etapa está se cumprindo - é preciso estar pronto para transpor o portal e ter acesso a algo grandioso. Este é o momento do apogeu, a finalização de um trabalho.
Há os que dão um abraço, sorriem confiantes e dizem até logo. outros precisam de um delicado empurrão, outros ainda, de um tempo maior. Em todos, porém, haverá um nó na garganta.
Estarão prontos? Estarei pronto? Quem sabe?"
Obrigada Professora Rita.
O que não nos dizem quando matriculamos os filhos na Escola Waldorf é que nós, pais, teremos também grandes aprendizados nesse setênio.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Nossa casa: 2 anos
domingo, 2 de outubro de 2011
Sobre Mozart, amizade e mães.
Aprender sobre uma obra de Mozart, quem diria... Meu conhecimento era limitado ao filme Amadeus e ao desenho das Trigêmeas: a música erudita nunca fez parte da minha vida, pouco conheço para dizer se gosto.
E aí a vida de Mãe Waldorf vai abrindo caminhos para que eu cresça junto com o Filho, para que eu aprenda o que ele está aprendendo e descubra: ópera...
Por dois domingos seguidos fomos assistir uma montagem fantástica da Flauta Mágica, com a Cia. Minaz. No primeiro eu saí flutuando. Como aquela música me deu paz e leveza.
No segundo, junto com amigas, até nos bastidores nós entramos...Uma bagunça deliciosa!!!
Mais uma vez eu fui dormir com a sensação de que existe sim alegria no mundo. É só abrir a porta certa.
E aí a vida de Mãe Waldorf vai abrindo caminhos para que eu cresça junto com o Filho, para que eu aprenda o que ele está aprendendo e descubra: ópera...
Por dois domingos seguidos fomos assistir uma montagem fantástica da Flauta Mágica, com a Cia. Minaz. No primeiro eu saí flutuando. Como aquela música me deu paz e leveza.
No segundo, junto com amigas, até nos bastidores nós entramos...Uma bagunça deliciosa!!!
Mais uma vez eu fui dormir com a sensação de que existe sim alegria no mundo. É só abrir a porta certa.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Tempo, tempo...

O segundo semestre começou. No meu calendário, a segunda parte do ano só tem cinco meses.
Depois da sensação de subida do primeiro semestre, de estar caminhando cada vez mais ofegante rumo a um destino qualquer, chega o mês de Julho.
Um vácuo no tempo.
Parou tudo.
Não faz calor, nem frio.
Não se trabalha, mas não se descansa.
A baixa umidade do ar provoca letargia. O cérebro vai secando, o humor vai secando.
Começa a contagem regressiva para agosto chegar e voltar à rotina que faz os dias maiores.
Agora a sensação é de descida, sem freio. Os meses vão passando cada vez mais rápidos, chuva, calor, compromissos, primavera, mais calor, hora marcada, muito calor, prazo esgotando, horário de verão, calor do inferno, até que...
chega dezembro e aquela velha história conhecida. "I can hear it coming , like a serenade of sound, now my feet won't touch the ground..."
Agora com licença que eu vou afivelar meu cinto.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Férias, mastigando e andando
segunda-feira, 4 de julho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Voltei...
Ah, o google é realmente um oráculo sagrado do terceiro milênio.
Descobri como retornar às minhas postagens sem ter que mudar para outro portal de blogs (os incentivadores do bla-bla-bla) e voltei. Vou recuperar o tempo perdido escrevendo e postando fotos de tudo que ficou sem registro.
Para comemorar, um bolo de chocolate com raspas de chocolate, marshmellow e morangos.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Dias comuns
quinta-feira, 31 de março de 2011
Wind of change
Aqui do meu travesseiro eu vejo um retângulo de céu azul. Com nuvens espichadas feitas de floquinhos , na moldura de cortina azul e ao som de Aimee Mann.
Aí veio o vento. É no vento que eu sinto as mudanças de estação, o novo ciclo da vida chegando, o vento me traz inícios.
Signo de ar, sensível aos ventos. O vento me diz que é tempo de outono, quando as manhãs são lindas e azuis. O vento de outono é suave, contraste com a luz escandalosa do sol.
Eu sempre adorei azul. Eu sempre adorei janelas.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Trinta e um de janeiro
Janeiro teve muita música e mais uma sessão de estúdio com os Benedeatles, o trio formado pelo neto e dois bisnetos de dona Benedita.
Em Janeiro decidimos não viajar. Prudência. O clima não está colaborando e descansar na sala de espera do aeroporto não é bem nossa visão de férias.
Janeiro foi mês de fazer turismo gastronômico na nossa própria cidade.
O meu Janeiro foi um mês de idéias novas e de planos para o futuro. Futuro que pode ser em 2011 mesmo ou nunca, não importa. O importante é fazer o plano e ficar sonhando. O "real e o concreto" nunca foi mesmo meu ponto forte.
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