Mostrando postagens com marcador Gatos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gatos. Mostrar todas as postagens
domingo, 6 de abril de 2014
Uma questão de interpretação
Quando vi esta foto no Pinterest, me identifiquei imediatamente. Passei um tempo analisando os detalhes, a posição da criatura, a expressão na carinha, imaginei a altura deste balcão...
Cada um vê a imagem com o seu próprio olhar e sentimento, mas em caso de gatos, a Gatolina "sente" a imagem e não apenas vê. A identificação foi tanta que naquele gatinho vi representada a minha situação atual - me segurando num cantinho, posso cair. Posso pular pra dentro e voltar para meu mundo seguro. Mas eu olho curiosa para o lado de fora. O que teria chamado a minha atenção?
domingo, 9 de março de 2014
Retratos em preto e branco, segunda parte
O amor às vezes não é colorido. É de uma cor só. Preto.
Ou branco. Quem adota não sabe por quem vai se apaixonar...
Pode ser uma carinha toda preta, de olhos verdes quase amarelos...
Pode ser um bichinho branquinho que parece de pelúcia...
Mas acho que feliz é quem pode levar para casa sem ter que escolher. Preto e Branco.
(Todas as fotos são do Pinterest)
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Quero trabalhar lá!
Descobri mais uma coisa que eu adoraria fazer: trabalhar no Mamãe Gato, um Hotel para gatos em São Paulo. Sim, um Hotel. Nada de gaiolas e espacinhos tipo gatil.
No site a gente já se apaixona pelas acomodações...na página do Facebook vejo as fotos dos "hóspedes" sendo mimados, escovados e alguns até ganham banho!
Na foto, a Susan, dona do Hotel.
E aqui, a "gerente" do Mamãe Gato: Lichia.
Segundo o Veterinário dos meus meninos, para cuidar de felinos a pessoa tem que se identificar com eles de verdade, porque gatos sentem quem não gosta de gato. Nós gateiras sabemos disso muito bem.
Imagino que quem faz a seleção dos funcionários é a Lichia...
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
A Famiglia Gatto
Notícias da Famiglia Gatto
Sempre houve siameses na Famiglia Gatto. Como sabem todos que já tiveram a sorte de conviver com um deles, os siameses têm um jeito todo especial de ser: são conversadores, possessivos, carinhosos, neuróticos, autoconfiantes, coleiros, curiosos, mandões. Eles sabem que são donos dos donos e tiram o maior proveito possível disso, sem um pingo de vergonha nos bigodes.
Quando Old Man Lucas morreu, em maio passado, fiquei muito mal. Muitos casamentos não duram o que durou a nossa relação de 16 anos. Nós nos entendíamos, aliás, como os velhos casais — ninguém precisava dizer ou miar nada, bastava nos olharmos para saber o que um ou outro queria. Comentei então com a Bia que precisava de outro siamês; ela entrou em contato com todas as nossas amigas que cuidam de gatinhos, pôs mensagens na rede, e nada. Não havia um único siamês disponível no Rio.
A busca foi interrompida com a chegada inesperada da Frida Gahto, que a Bia encontrou na rua ainda bebê, entre a vida e a morte, depois de ser destruída por um chute. Me prontifiquei a dar lar temporário à bichinha e a cuidar dela entre uma cirurgia e outra, até que ficasse boa e encontrássemos um lar para ela — mas "lar temporário", aqui em casa, costuma ser sinônimo de "para sempre". E assim a ideia de um novo siamesinho foi arquivada.
o O o
Eis que, um dia, minha sobrinha Ju me mandou o anúncio de dois irmãozinhos para adoção. Eram tão bonitinhos! Faziam parte de uma ninhada de cinco. Seus três irmãos, branquinhos, já haviam encontrado famílias bacanas; eles ainda estavam na fila. Não que faltassem candidatos. Faltavam candidatos bons: doar siamês é arriscado, me explicou Christianne Duarte, da Quatro Patinhas, porque muita gente os pega pelas razões erradas, seja porque são “de raça” e dão status, seja para pô-los para procriar e fazer comércio.
Quando fui à clínica onde estavam provisoriamente hospedados, os dois brincavam um com o outro, no fundo de uma gaiola, e não me deram bola. Abri a portinhola, chamei, tentei atraí-los mexendo com um pedacinho de papel. Nada. Os irmãozinhos não queriam papo. Que decepção! Eles tinham todo o jeito de siameses no visual, mas não no temperamento. Além disso, eu acredito em amor à primeira vista.
– É assim mesmo, — disse a Christianne. — Eles estão estranhando, depois se acostumam…
Mas percebi que ela percebeu o meu desapontamento; e não senti muita firmeza no que ela disse — acho que nem ela, coitada! — até porque, naquela sala mesmo, havia vários outros gatinhos que nunca tinham me visto antes, e espichavam as patinhas pelas grades, miando, loucos para brincar comigo.
Que fazer? Adotar por adotar não fazia sentido. Com sete gatos, eu já tinha mais gatos do que o bom senso recomenda. Iria a oito por extravagância, se encontrasse um bichinho com a personalidade que estava procurando. Olhei para um, olhei para o outro… Um, com os olhos mais escuros, era levemente mais saidinho do que o outro. E decidi que o traria comigo para casa, mas só a título de experiência. Dei tchau para a Christianne como quem diz até logo.
o O o
A Famiglia o recebeu catatônica. Os gatos não acreditavam no que viam: como assim, mais um gato?! E uma porcaria pequena, ainda por cima?! Mas onde iríamos parar?! O siamesinho manifestou apenas um interesse muito vago pelos grandões, e saiu trotando pela casa explorando os ambientes, cheio de atitude, com o rabinho espetado para o alto. Naquela noite mesmo descobriu como subir na minha cama e dormiu colado ao meu travesseiro, ronronando altíssimo. Em consequência disso, durante três ou quatro dias os outros recusaram-se a dormir na mesma cama, “contaminada” com o cheiro do recém chegado, e me cobriram de gelo e desprezo.
Também rosnaram e fizeram fu! para o Tobias, mas como ele não se deixa intimidar por nada, acabaram desistindo. Hoje, passados dois meses, ele está inteiramente integrado à Famiglia Gatto. Brinca com o Toró, com a Flor, com a Frida e com o Fonseca; foi meio que adotado pela Lolinha; e irrita o pobre do Tiziu, que só quer paz e sossego. Matilda detesta o Tobias, mas isso é normal, já que ela detesta gatos.
o O o
Tobias só tem dois tempos: ON e OFF. Ou está elétrico inventando bobagens e correndo feito um doido, ou está desmaiado, de preferência no meu colo ou perto de mim. Tudo é brinquedo para ele. Adora comida, e ainda não descobriu o que significa ser carnívoro. Come melancia, mamão, alface, abacaxi, feijão, papel toalha, macarrão e sorvete. Bebe leite, suco de maracujá e de laranja. Teve taquicardia quando provou atum pela primeira vez, e ficou rouco de miar quando sentiu cheiro de presunto de Parma. Já se espantou com o gelo e já queimou a língua com sopa.
o O o
Uma das melhores coisas da integração do Tobias à Famiglia foi perceber que, a partir da sua chegada, Frida Gahto voltou a brincar. Ela sofreu tanto quando bebê que se esqueceu do que era isso. A partir da observação do recém-chegado, contudo, redescobriu para que serve uma bolinha, e inventou um jogo com que se distrai durante horas: pega um ratinho de pano pelo rabo, joga para o alto com a boca e agarra com as patinhas antes que chegue ao chão. Ela voltou, enfim, a ser um animalzinho feliz.
o O o
TEXTO DE CORA RONAI, ESCRITORA E APAIXONADA POR GATOS.
Sempre houve siameses na Famiglia Gatto. Como sabem todos que já tiveram a sorte de conviver com um deles, os siameses têm um jeito todo especial de ser: são conversadores, possessivos, carinhosos, neuróticos, autoconfiantes, coleiros, curiosos, mandões. Eles sabem que são donos dos donos e tiram o maior proveito possível disso, sem um pingo de vergonha nos bigodes.
Quando Old Man Lucas morreu, em maio passado, fiquei muito mal. Muitos casamentos não duram o que durou a nossa relação de 16 anos. Nós nos entendíamos, aliás, como os velhos casais — ninguém precisava dizer ou miar nada, bastava nos olharmos para saber o que um ou outro queria. Comentei então com a Bia que precisava de outro siamês; ela entrou em contato com todas as nossas amigas que cuidam de gatinhos, pôs mensagens na rede, e nada. Não havia um único siamês disponível no Rio.
A busca foi interrompida com a chegada inesperada da Frida Gahto, que a Bia encontrou na rua ainda bebê, entre a vida e a morte, depois de ser destruída por um chute. Me prontifiquei a dar lar temporário à bichinha e a cuidar dela entre uma cirurgia e outra, até que ficasse boa e encontrássemos um lar para ela — mas "lar temporário", aqui em casa, costuma ser sinônimo de "para sempre". E assim a ideia de um novo siamesinho foi arquivada.
o O o
Eis que, um dia, minha sobrinha Ju me mandou o anúncio de dois irmãozinhos para adoção. Eram tão bonitinhos! Faziam parte de uma ninhada de cinco. Seus três irmãos, branquinhos, já haviam encontrado famílias bacanas; eles ainda estavam na fila. Não que faltassem candidatos. Faltavam candidatos bons: doar siamês é arriscado, me explicou Christianne Duarte, da Quatro Patinhas, porque muita gente os pega pelas razões erradas, seja porque são “de raça” e dão status, seja para pô-los para procriar e fazer comércio.
Quando fui à clínica onde estavam provisoriamente hospedados, os dois brincavam um com o outro, no fundo de uma gaiola, e não me deram bola. Abri a portinhola, chamei, tentei atraí-los mexendo com um pedacinho de papel. Nada. Os irmãozinhos não queriam papo. Que decepção! Eles tinham todo o jeito de siameses no visual, mas não no temperamento. Além disso, eu acredito em amor à primeira vista.
– É assim mesmo, — disse a Christianne. — Eles estão estranhando, depois se acostumam…
Mas percebi que ela percebeu o meu desapontamento; e não senti muita firmeza no que ela disse — acho que nem ela, coitada! — até porque, naquela sala mesmo, havia vários outros gatinhos que nunca tinham me visto antes, e espichavam as patinhas pelas grades, miando, loucos para brincar comigo.
Que fazer? Adotar por adotar não fazia sentido. Com sete gatos, eu já tinha mais gatos do que o bom senso recomenda. Iria a oito por extravagância, se encontrasse um bichinho com a personalidade que estava procurando. Olhei para um, olhei para o outro… Um, com os olhos mais escuros, era levemente mais saidinho do que o outro. E decidi que o traria comigo para casa, mas só a título de experiência. Dei tchau para a Christianne como quem diz até logo.
o O o
A Famiglia o recebeu catatônica. Os gatos não acreditavam no que viam: como assim, mais um gato?! E uma porcaria pequena, ainda por cima?! Mas onde iríamos parar?! O siamesinho manifestou apenas um interesse muito vago pelos grandões, e saiu trotando pela casa explorando os ambientes, cheio de atitude, com o rabinho espetado para o alto. Naquela noite mesmo descobriu como subir na minha cama e dormiu colado ao meu travesseiro, ronronando altíssimo. Em consequência disso, durante três ou quatro dias os outros recusaram-se a dormir na mesma cama, “contaminada” com o cheiro do recém chegado, e me cobriram de gelo e desprezo.
Também rosnaram e fizeram fu! para o Tobias, mas como ele não se deixa intimidar por nada, acabaram desistindo. Hoje, passados dois meses, ele está inteiramente integrado à Famiglia Gatto. Brinca com o Toró, com a Flor, com a Frida e com o Fonseca; foi meio que adotado pela Lolinha; e irrita o pobre do Tiziu, que só quer paz e sossego. Matilda detesta o Tobias, mas isso é normal, já que ela detesta gatos.
o O o
Tobias só tem dois tempos: ON e OFF. Ou está elétrico inventando bobagens e correndo feito um doido, ou está desmaiado, de preferência no meu colo ou perto de mim. Tudo é brinquedo para ele. Adora comida, e ainda não descobriu o que significa ser carnívoro. Come melancia, mamão, alface, abacaxi, feijão, papel toalha, macarrão e sorvete. Bebe leite, suco de maracujá e de laranja. Teve taquicardia quando provou atum pela primeira vez, e ficou rouco de miar quando sentiu cheiro de presunto de Parma. Já se espantou com o gelo e já queimou a língua com sopa.
o O o
Uma das melhores coisas da integração do Tobias à Famiglia foi perceber que, a partir da sua chegada, Frida Gahto voltou a brincar. Ela sofreu tanto quando bebê que se esqueceu do que era isso. A partir da observação do recém-chegado, contudo, redescobriu para que serve uma bolinha, e inventou um jogo com que se distrai durante horas: pega um ratinho de pano pelo rabo, joga para o alto com a boca e agarra com as patinhas antes que chegue ao chão. Ela voltou, enfim, a ser um animalzinho feliz.
o O o
TEXTO DE CORA RONAI, ESCRITORA E APAIXONADA POR GATOS.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Última semana de 2013!
A contagem regressiva mais ansiosa da história do blog... Interessante como alguns anos, apesar de passarem depressa, são tão chatinhos que a gente precisa que acabem...
Claro que a simples virada de página no calendário não significa que a vida vai mudar e tudo vai ficar bonito e certinho. Mas dá a sensação que acabou...
Então vamos celebrar: hoje falta uma semana para o Ano Novo. Celebração Gatolina é assim...dormindo. Somos gatos. Esse é o nosso estilo.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Aniversário de Bigodes
Em novembro temos dois aniversários humanos aqui em casa, em um de bigodes. Comemoramos o aniversário dos gatos no mês que eles vieram para casa, porque não sei ao certo a data de nascimento dos peludos...gato adotado não vêm com RG.
Sir Willy completa seus nove anos muito cheio de pose. Assumiu sua ligação comigo, está sempre me seguindo e se instalando onde eu estiver. Dorme na minha cama, nos pés, e não compartilha facilmente com o Mel. Algumas noites temos briga e fuzzz. Demora um pouco e eles se entendem.
Cinco da manhã sou acordada delicadamente com patinhas raspando meu ombro. E a maquininha de ronron ligada no meu ouvido.
Ele tem ótima saúde. Pelo jeitão vai viver mais umas nove vidas de príncipe da casa.
Sir Willy completa seus nove anos muito cheio de pose. Assumiu sua ligação comigo, está sempre me seguindo e se instalando onde eu estiver. Dorme na minha cama, nos pés, e não compartilha facilmente com o Mel. Algumas noites temos briga e fuzzz. Demora um pouco e eles se entendem.
Cinco da manhã sou acordada delicadamente com patinhas raspando meu ombro. E a maquininha de ronron ligada no meu ouvido.
Ele tem ótima saúde. Pelo jeitão vai viver mais umas nove vidas de príncipe da casa.
domingo, 15 de setembro de 2013
Gato Lino
Muito prazer, este é o Gato Lino, mascote da Lina Gatolina.
Frajolinha, com pose de gato sério, este vira-lata é muito simpático e vai adorar ganhar novos amigos por aí.
Já está disponível na lojinha virtual.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Amizades Instantâneas - Eu acredito (Capítulo II)
foi muito legal conhecer o Gatoca em 2007, sinto que ganhei 11 novos amigos: uma de saia godê e 10 de bigodes.
boas festas a todos vocês...
Denise
boas festas a todos vocês...
Denise
Com este comentário, postado no blog Gatoca em 25 de dezembro de 2007, eu já adiantei que acreditava em amizade instantânea. Desde então, eu acompanho as aventuras dos 10 proprietários de bigode, e também da Beatriz, que é generosamente abrigada na casa. Claro, a casa é dos gatos. Mas ela desafia as normas e ainda hospeda temporários...inclusive caninos!
Neste sexto aniversário, eu precisava conhecer pessoalmente a moça valente que apronta coisas inacreditáveis para resgatar um animal, ignora todas as recomendações médicas que poderiam curar sua alergia respiratória e nos diverte e emociona com seus textos no blog. Um coração de pudim que contagiou, via web, outros tantos corações.
Valeu, Bia... obrigada pelo convite para participar da festa. Adorei conhecer a família, os amigos, o amor.
Na próxima, preciso conhecer os gatos.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Sonhos de consumo das gateiras
Não funcionaria para quem tem muitos gatos, mas é uma lindeza...
E essas casinhas/playground? um luxo!
Para quem mora em apartamento, seria essencial...
Agora...imaginem acostumar seu gato a usar o "banheiro" num lugarzinho fechado!
É o máximo da elegância!
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Companheiros de trabalho
Não importa onde "mamãe" esteja, ou o que ela está fazendo...se for tricô, e estiver friozinho, o colo é o melhor lugar...
Willy não divide o lugar com o Mel, seja nos meus pés ou no colo, eu sou só dele!
domingo, 28 de abril de 2013
Esses gatos amados e seus fãs...
O Pinterest é uma "rede social" das mais divertidas, porque você encontra pessoas do mundo que gostam das mesmas coisa que você, não lê abobrinhas e ainda pode 'pesquisar' assuntos diversos, sem ninguém ficar te oferecendo coisas pra comprar.
Um dos meus assuntos favoritos - os gatos - também é um assunto favorito de milhares de pinadores. Difícil é encontrar o autor da foto, para colocar os créditos corretos. Mas, a intenção não é prejudicar ninguém... Só espalhar mais fofura pela rede. Mais bigodes. Mais patinhas. Mais barrigas felpudas.
A gente sabe que isso tudo pode ser resumido em uma só palavra: AMOR.
(Se alguém quiser me seguir no Pinterest, procure-me: Denise Pinheiro, e seja bem vindo.)
Um dos meus assuntos favoritos - os gatos - também é um assunto favorito de milhares de pinadores. Difícil é encontrar o autor da foto, para colocar os créditos corretos. Mas, a intenção não é prejudicar ninguém... Só espalhar mais fofura pela rede. Mais bigodes. Mais patinhas. Mais barrigas felpudas.
A gente sabe que isso tudo pode ser resumido em uma só palavra: AMOR.

(Se alguém quiser me seguir no Pinterest, procure-me: Denise Pinheiro, e seja bem vindo.)
sábado, 30 de março de 2013
Páscoa sem coelhos
...mas com a pose elegante do lorde Willy...
...e o barrigão peludo do Mel, curtindo a chegada do outono...
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Fotografando
Para fazer minha loja virtual, preciso fotografar com capricho os colares e tricôs.
Montei um mini cenário na cadeira da varanda, com algodão cru amassado, levei meu manequim (busto), preparei o iPad, chequei a claridade e...
Depois que a sessão de fotos terminou, o leão continuou muito bem acomodado na cadeira/cenário.
Talvez na próxima eu use o gato como modelo.
Montei um mini cenário na cadeira da varanda, com algodão cru amassado, levei meu manequim (busto), preparei o iPad, chequei a claridade e...
Meu "ajudante" chegou para acompanhar...
Depois que a sessão de fotos terminou, o leão continuou muito bem acomodado na cadeira/cenário.
Talvez na próxima eu use o gato como modelo.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Gateiras atraem gatos, onde quer que estejam
Um dia eu escrevi que gateiras atraem gateiras onde quer que estejam...
Neste novo Janeiro de hospital com a Mãe, o meu encontro foi com um gatinho. Não sabemos se é menino ou menina, há divergências entre a equipe do hospital que está relutante em expulsar o bichinho.
Ele está rondando o quintal, miando nos muros, já ganhou comida e carinho.
Me controlei para não ir pro quintal - meu propósito aqui é outro!
(definitivamente, o blogger não quer carregar foto para esta postagem...tentei 120 vezes e desisto.)
Neste novo Janeiro de hospital com a Mãe, o meu encontro foi com um gatinho. Não sabemos se é menino ou menina, há divergências entre a equipe do hospital que está relutante em expulsar o bichinho.
Ele está rondando o quintal, miando nos muros, já ganhou comida e carinho.
Me controlei para não ir pro quintal - meu propósito aqui é outro!
(definitivamente, o blogger não quer carregar foto para esta postagem...tentei 120 vezes e desisto.)
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
Hoje é sábado
domingo, 19 de agosto de 2012
Ser gato
Alguém compartilha uma coisa na internet e logo todo mundo que gosta vai repassando, virando uma corrente divertida e às vezes, mundial. Com a turma dos apaixonados por gatos isso é frequente.
A companhia dos peludos é prazerosa: eles se metem nas nossas tarefas, deitam em cima do nosso trabalho, derrubam nossas coisas...mas ninguém reclama e ainda por cima faz um "documentário" para mostrar para os amigos - e para o mundo.
Por exemplo, Guilherme Briggs:
(O Falcor não parece o Mel?) Eu acho uma delícia ver desenhistas em ação, mas quando vem acompanhado de um gato felpudo e gostoso, minha admiração dobra.
Agora, independente do dono ser talentoso, o gato sempre é um artista nato. Basta ser gato. Isso já lhe garante uma platéia cativa (ou seriam súditos fiéis?) que sempre irão mostrar suas gracinhas em fotos e filmagens.
A melhor dos últimos tempos foi o Filho quem me mostrou. É um gato fazendo absolutamente aquilo que ele faz: sendo um gato.
Simples assim. Alguém discorda?
A companhia dos peludos é prazerosa: eles se metem nas nossas tarefas, deitam em cima do nosso trabalho, derrubam nossas coisas...mas ninguém reclama e ainda por cima faz um "documentário" para mostrar para os amigos - e para o mundo.
Por exemplo, Guilherme Briggs:
(O Falcor não parece o Mel?) Eu acho uma delícia ver desenhistas em ação, mas quando vem acompanhado de um gato felpudo e gostoso, minha admiração dobra.
Agora, independente do dono ser talentoso, o gato sempre é um artista nato. Basta ser gato. Isso já lhe garante uma platéia cativa (ou seriam súditos fiéis?) que sempre irão mostrar suas gracinhas em fotos e filmagens.
A melhor dos últimos tempos foi o Filho quem me mostrou. É um gato fazendo absolutamente aquilo que ele faz: sendo um gato.
Simples assim. Alguém discorda?
quinta-feira, 28 de junho de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
Publicidade & Gatos
Infelizmente eu só vi esse filme hoje (ele é de 2010)... mas que bom gosto! Foi só deixar os gatos fazerem o que eles sempre fazem: explorar todos os cantinhos e depois... relaxar!
http://www.youtube.com/watch?v=Z7vXP3tHzhA
maiores detalhes:
http://www.tudogato.com/2010/09/os-100-gatos-da-ikea-happy-inside.html
http://www.youtube.com/watch?v=Z7vXP3tHzhA
maiores detalhes:
http://www.tudogato.com/2010/09/os-100-gatos-da-ikea-happy-inside.html
Assinar:
Postagens (Atom)




















