domingo, 6 de julho de 2008

A multiplicação do afeto

Compreendo agora todas as minhas amigas Gateiras Juramentadas. É impossível amar um só.

Ele ficou porque tinha de viver conosco, eu precisava apenas de alguém que me dissesse em palavras o que eu sentia.
Meu Mestre Jedi sentenciou: "Esse gato é seu".
Assumi finalmente que não queria que ele fosse embora.

Depois de uma interminável procura por um nome, escolhi o óbvio ronronante: MEL.
Dá pra entender só de olhar. E quando ele "fala", o som é isso mesmo: mew, maw, món...

terça-feira, 1 de julho de 2008

Membro da Família


Ele ficou.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O hóspede

Por enquanto, chamamos de Leãozinho.
Ele é dócil, carinhoso, mia baixinho e está tão macio que nem parece que veio da rua.
Já sabe usar a caixa de areia e seu apetite está regularizando aos poucos.
O Willy não está nada satisfeito com o visitante.

terça-feira, 24 de junho de 2008

O Ministério da Saúde Mental adverte...


...ler Gatoca pode causar Síndrome de Coração de Pudim.


Já me contagiei com a doença da Beatriz e ontem trouxe um peludo perdido que encontrei na Escola do Filho.

Ele entrou na sala, pediu comida pra todo mundo, mas só tinha bolo. Subiu na mesinha de uma Mãe (que também gosta de gatos), deitou, cochilou durante a reunião e quem disse que eu consegui sair e deixá-lo lá? O Filho estava junto, o Marido pegou no colo, ficamos todos encantados com a criaturinha. Trouxemos, alimentamos e demos uma caminha quente.

Hoje passei a manhã toda procurando um lar pra ele.

Amanhã mostro uma foto do original. Já limpinho e escovado.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Inverno



Não sei bem se é por causa da mudança de estação, mas Sir Willy está muito dengoso e pedindo colo. Até durante o dia o mimado fica me procurando e, quando eu me "estabeleço" em algum lugar da casa, lá vem ele pulando em cima do que quer que eu esteja fazendo.

Já para dormir, vai de cama em cama durante a noite, esquentando os pés da gente, um a um.

domingo, 8 de junho de 2008

O dia que eu encontrei Darth Vader


Passei anos viajando com aquelas histórias, sonhando com Luke Skywalker, tentando decorar os nomes daqueles planetas. Muitos anos e um filho depois, as aventuras recomeçaram.
Virei mãe de Jedi, e aprendi a lutar para que meu pequeno herói não vá para o lado negro da Força.
Arranjei meu próprio mestre Jedi. Sou uma Padawan um pouco velha, mas aprender não tem idade. A Força é poderosa.

Ontem visitamos a Star Wars Brasil, a exposição que está em São Paulo.
Foi emocionante entrar naquele universo, ver as naves, os figurinos, as réplicas.
Tivemos nossa aula na Academia Jedi. Ver aquele ator entrar ao som da Imperial March deu frio na espinha. Parecia ele mesmo, o vilão mais famoso do mundo.

Mas a parte inesquecível foi quando meu herói enfrentou Darth Vader e seu sabre de luz vermelho. Eu sei que no fundo ele queria estar dentro daquele capacete e segurando aquele sabre, só que meu coração de mãe de Jedi já ficou muito feliz em vê-lo do lado “certo”.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Vou de táxi


Dirigir automóveis: eu nunca encarei isso como habilidade natural dos seres humanos, como andar e falar.
Para mim, é uma tarefa que se aprende (ou não), que se gosta (ou não) e que pode ser bem executada ou mal executada.
Explicando: acho que dirigir um carro é uma atividade que precisa de aprendizado e talento. Como costurar uma roupa. Como construir uma casa. Como plantar uma horta.
Há bons costureiros e maus costureiros, bons pedreiros e péssimos pedreiros, etc.

Quando eu era jovem, as pessoas me olhavam com espanto quando eu dizia que não dirigia. Perguntavam se era algum trauma. Me aconselhavam a procurar um psicólogo.
Ninguém é discriminado quando diz que não sabe cortar cabelos. Mas se você não pilota seu próprio carro tem alguma coisa diferente.

Eu sei fazer coisas que um monte de gente não sabe.
Mas, pra dirigir, eu prefiro contratar um profissional.