sábado, 11 de maio de 2013

Eu, mãe

Era uma vez uma moça que dizia que não queria ter filhos. E que muitos anos depois foi surpreendida por uma dessas viradas que a vida dá: uma folha de papel com a palavra POSITIVO foi suficiente para mudar tudo o que ela era e o que viria a ser.


Porque eu não tive um filho, eu me tornei mãe. E entre estas duas coisas existe muita diferença.



Do nascimento, até agora, na adolescência, quantas mudanças... 


 
Meus dias são ocupados com ensinamentos e aprendizados. Todos. De janeiro a dezembro.

  
Finalmente descobri o significado da palavra Paciência.
Agora, estou tentando ensiná-la.
 

 Entendo que as coisas que eu faço são mais importantes do que as coisas que eu falo.
 



E sei que na hora das dúvidas, um colo sempre conforta e ajuda a clarear as ideias.


Um dia eu saberei se acertei mais do que errei. Li em algum lugar que a mãe tem que se tornar desnecessária com o passar dos anos: isso vai indicar que seu filho se tornou confiante, dono do seu nariz e pronto para seguir a sua vida sozinho, como deve ser.




Mas quando quiser o meu colo pode vir que eu estarei aqui.
Obrigada, Filho.

3 comentários:

Andrea Sassaki disse...

Nossa, que post lindo!

Ana Oliveira disse...

Lindo, parabéns Mãe GatoLinda! Deus te abençoe

Lina Gatolina disse...

obrigada... essas fotos do pinterest inspiram a gente agarrar o filho e "lamber" muito!!